ia escrever sobre como todos os dias, horas e minutos livres que eu arranjo eu fico pensando sobre como é que eu estou aqui, quem acho que sou eu, porque o déja vu significa que sua vida está seguindo do jeito que deveria, e porque esse deveria seria estar conversando com uma amiga no meio da sala.
mas deixo esse papo para um filósofo suicida da federal [ou para um próximo post] e falo sobre, amizade.
nada de falar sobre a personalidade angustiante ou aclamada de cada um dos meus amigos, afinal isso é segredo meu. mas sim do que representa. deixando de escrever sobre o que vou escrever, vou é escrever o que eu vou escrever.
acho que para isso eu devo pensar sobre como EU sou amiga. bem, eu simplesmente odeio quando alguém fala que no final não irá sobrar nenhum desses amigos, ou quando dizem que eles são simplesmente para a diversão, que não se deve estar brigando por meras bobagens, porque AFINAL, isso não era amizade. era preocupação.
olha só! absurdo. eu não conheço o máximo da minha personalidade, ou do que eu sou capaz de fazer. mas se alguém falasse o que escrevi acima sobre mim, eu, já que odeio [então me importo], tentaria dar um jeito nisso.
cara, eu quero estar lá no final, e sobrar para eles quando não restar mais ninguém na caixa. eu quero que eles briguem comigo, e quero brigar, pra fazer melhorar. eu quero ter as brincadeiras divertidas que só a gente entende [sacou, sacou?]. quem sabe às vezes ultrapassar a linha de amizade (o.o) assim, mas voltar (=]) assim! porque voltando assim, saberei então que nada é poderoso demais para quebrar certas ligações.
ter espasmos de pensamentos iguais, e não fazer deles banalidade, mas guardar no peito [é, no peito, que é lugar merecedor de amigo], para assim, lembrar e sentir aquele fio. que eu não quero que seja tênue, fino, da mais pura seda. quero que seja de corda usada pra fazer ponte, que resista aos mais terríveis temporais.
se eu escrevo assim, com veemência, usando clichês emocionantes, é porque é a coisa mais importante do mundo para mim.
talvez eles, ou alguns deles, ou a maioria deles [os amigos] não sintam assim como eu. mas eu já sou crescidinha o bastante para saber que o retorno nem sempre é a confirmação. então eu tenho certeza do meu sentimento, sem esperar resposta. i´ll be there for them, e o meu seriado seria SIM, bem mais famoso do que friends. :)
mas deixo esse papo para um filósofo suicida da federal [ou para um próximo post] e falo sobre, amizade.
nada de falar sobre a personalidade angustiante ou aclamada de cada um dos meus amigos, afinal isso é segredo meu. mas sim do que representa. deixando de escrever sobre o que vou escrever, vou é escrever o que eu vou escrever.
acho que para isso eu devo pensar sobre como EU sou amiga. bem, eu simplesmente odeio quando alguém fala que no final não irá sobrar nenhum desses amigos, ou quando dizem que eles são simplesmente para a diversão, que não se deve estar brigando por meras bobagens, porque AFINAL, isso não era amizade. era preocupação.
olha só! absurdo. eu não conheço o máximo da minha personalidade, ou do que eu sou capaz de fazer. mas se alguém falasse o que escrevi acima sobre mim, eu, já que odeio [então me importo], tentaria dar um jeito nisso.
cara, eu quero estar lá no final, e sobrar para eles quando não restar mais ninguém na caixa. eu quero que eles briguem comigo, e quero brigar, pra fazer melhorar. eu quero ter as brincadeiras divertidas que só a gente entende [sacou, sacou?]. quem sabe às vezes ultrapassar a linha de amizade (o.o) assim, mas voltar (=]) assim! porque voltando assim, saberei então que nada é poderoso demais para quebrar certas ligações.
ter espasmos de pensamentos iguais, e não fazer deles banalidade, mas guardar no peito [é, no peito, que é lugar merecedor de amigo], para assim, lembrar e sentir aquele fio. que eu não quero que seja tênue, fino, da mais pura seda. quero que seja de corda usada pra fazer ponte, que resista aos mais terríveis temporais.
se eu escrevo assim, com veemência, usando clichês emocionantes, é porque é a coisa mais importante do mundo para mim.
talvez eles, ou alguns deles, ou a maioria deles [os amigos] não sintam assim como eu. mas eu já sou crescidinha o bastante para saber que o retorno nem sempre é a confirmação. então eu tenho certeza do meu sentimento, sem esperar resposta. i´ll be there for them, e o meu seriado seria SIM, bem mais famoso do que friends. :)
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